A marca apresenta uma nova coleção, lança esmeraldas, safiras, rubis e diamantes da Paraíba cultivados em laboratório e destaca o crescimento dos diamantes cultivados em laboratório em um dos principais eventos da indústria joalheira.
De 17 a 20 de agosto, a BID Brasil participou da 83ª edição da FENINJER, realizada no Transamérica Expo Center, em São Paulo. Considerada uma das principais feiras de joias da América Latina, o evento conta com a presença da empresa desde suas primeiras edições.
Representando a marca, o CEO Bentzy Shneider apresentou uma coleção diversificada e revelou a principal inovação desta edição: além dos diamantes cultivados em laboratório, o lançamento de esmeraldas, safiras, rubis e diamantes da Paraíba também cultivados em laboratório, ampliando as possibilidades criativas disponíveis para a indústria joalheira brasileira.
O evento reuniu empresas, profissionais e compradores de toda a cadeia produtiva. O estande da BID Brasil atraiu considerável interesse dos visitantes, ávidos por descobrir os mais recentes lançamentos de pedras preciosas da empresa.
Diamantes cultivados em laboratório: maior acessibilidade e um mercado em expansão.
Um dos principais temas discutidos foi o crescimento dos diamantes cultivados em laboratório. Segundo a direção da empresa, o produto já está consolidado internacionalmente e continua ganhando espaço no Brasil.
“Empresas que antes trabalhavam exclusivamente com diamantes naturais foram afetadas pelo crescimento das alternativas cultivadas em laboratório. Hoje, praticamente todos usam produtos cultivados em laboratório em alguma medida, e a empresa acredita que sua participação de mercado provavelmente aumentará significativamente nos próximos anos.”
O preço é um dos principais fatores que impulsionam esse crescimento. Um diamante cultivado em laboratório custa atualmente, em média, entre 75% e 90% menos do que um diamante natural com as mesmas características de cor, pureza e lapidação, permitindo que os consumidores comprem pedras maiores.
Este é um movimento global. Mesmo com essas reduções de preço, os diamantes cultivados em laboratório já representam aproximadamente 50% da receita gerada por diamantes no mercado global de joias finas. Em termos de quantidade, representam mais de 72% do mercado de joias dos Estados Unidos. No Brasil, o mercado ainda está em desenvolvimento, mas cresce rapidamente.
“Existe uma clara percepção de que os consumidores visitam joalherias em busca desses produtos, mas muitos varejistas ainda não os têm em estoque. Essa situação está mudando gradualmente, com mais lojas comprando e vendendo diamantes cultivados em laboratório para atender à demanda do consumidor”, explica o CEO.
A marca utiliza duas analogias para descrever o mercado atual. A primeira relaciona-se com a indústria automotiva: assim como os veículos movidos a combustão e os elétricos coexistem, atendendo a diferentes perfis de consumidores e expandindo o mercado, os diamantes naturais e os cultivados em laboratório também coexistirão.
A segunda analogia diz respeito às pérolas. Há um século, apenas as pérolas naturais estavam disponíveis, o que as tornava raras e caras. A introdução das pérolas cultivadas enfrentou resistência inicial, mas acabou por torná-las mais acessíveis e levou a um crescimento exponencial do mercado. Segundo a empresa, o mesmo princípio aplica-se agora aos diamantes e a outras pedras preciosas coloridas.
Sustentabilidade e coexistência de mercado
Existem também outros benefícios que não podem mais ser ignorados. Como os diamantes cultivados em laboratório não exigem extração mineral, desmatamento, deslocamento de toneladas de terra ou os altos níveis de consumo de água associados à mineração tradicional, sua produção ajuda a prevenir a degradação ambiental.
Outro fator importante a considerar é que os diamantes cultivados em laboratório não estão associados a rótulos como “diamantes de sangue”, que por vezes são ligados a conflitos territoriais.
Finalmente, a tecnologia de laboratório produz gemas com o mesmo brilho, dureza, densidade e composição atômica dos diamantes naturais, garantindo também altos níveis de pureza e transparência, além de uma cor superior quando comparadas com diamantes convencionais equivalentes.
Estratégia e modelo de negócios
Operando exclusivamente no mercado brasileiro, a BID Brasil registrou crescimento real de 56% entre 2024 e 2025.
A empresa também mantém um modelo de negócios projetado para apoiar os varejistas, eliminando a necessidade de transferências de estoque. Os clientes compram de acordo com suas necessidades específicas, recebendo pedras certificadas. Aquelas com peso superior a um quilate também apresentam identificação a laser na superfície da pedra.
“A BID está investindo junto com seus parceiros varejistas para inspirar os consumidores a realizarem o desejo de usar um diamante em um anel, colar ou par de brincos. Um diamante cultivado em laboratório é um diamante, e essa é uma tendência irreversível”, conclui o CEO Bentzy Shneider.
Instagram: @bidbrasiloficial
WhatsApp: (34) 99920-9238
Site: https://biddiamantesdelaboratorio.com.br/